ao som do ruído dos pensamentos da minha mente

Faz uns dez minutos que eu criei o maior e o menor poema do mundo, ou talvez eu o tenha recebido de Éris por intermédio da minha glândula pineal. E eu queria compartilhar ele com os leitores do blog. O poema ainda não tem título, e se vocês tiverem alguma sugestão ficarei feliz em me apropriar dela. Antes de apresentar meu poema, queria registrar que qualquer hora dessas escrevo uma postagem um pouco maior que as de ultimamente, ok?

Bom, eis o poema:

uni(co)verso

Simples e maravilhoso. Eu acho. Ia oferecer ele em memória de Arthur Rimbaud, mas não vou ser tão pretensioso ao invocar o poeta. Mesmo assim, fiquem com uma foto do garoto como tributo.

Arthur Rimbaud

10 Responses to “O Maior e o Menor Poema do Mundo”

  1. Santaum Says:

    Duas sugestões:

    Nome do post ou uni(co)verso.

    Hahahaha.

    Grande abraço.

  2. Rev. Beraldo Says:

    Huahauhauhuahhaha
    Temos um usuário constante do blog ^^
    Me sinto meio culpado por não visitar o eu com tanta freqüência.

    Abraços!

  3. Dianus Says:

    Muito pitoresco

  4. amami Says:

    Blog legal…

    Está add!

    =**

  5. Santaum Says:

    Viu aí?

    Não só eu, hahahahahaa.

    Grande abraço.

  6. Rev. Beraldo Says:

    Hahaha, é mesmo cara… Aos poucos a Cabala vai crescendo (não confundir com a cavala ¬¬)

  7. Irlandês Bêbado Says:

    ráá
    beraldo louco

  8. Rev. Beraldo Says:

    Outro?

  9. Progresso « Says:

    [...] meu primeiro poema concreto desse tipo (não sei se o uni(co)verso pode ser considerado um poema concreto, e não quero dar nome à classe dele), e por isso não [...]


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