ao som do álbum O A e o Z, dos Mutantes
Quando eu começo a escutar alguma banda ou artista (isso não acontece quando o estilo musical é o jazz) eu vicio e escuto somente essa banda ou artista sem parar. Até enjoar. Leio muito sobre a produção dos caras, decoro páginas com as letras das músicas, ou as uso quando escrevo alguma coisa para a escola ou alguém.
Eu conheci Os Mutantes há algum tempo. Conhecia Balada do Louco, Panis Et Circenses, et cetera. Mas nunca tinha ouvido a fundo. Um dia, então, meu professor de literatura comentou vagamente sobre os caras e isso ficou hibernando no meu inconsciente (ou algo assim). Outro dia me lembrei do meu plano maligno se escutar a banda da Rita Lee e Baptistas, e como agora tenho banda larga, baixei.
Porra, os caras são realmente fantásticos. Recomendo pra cada um que venha visitar essa Cabala. Tanto que, a partir de agora, eu proclamo Os Mutantes (a Formação Original) como Santos de Segundo Grau, e a Rita Lee em especial como a Santa Musa (Quando Jovem) do Rock Psicodélico Brasileiro.
E foi dito.

Santo de segundo grau? Caramba!!!!! (5 exclamações)
Bom, que eu continue como santo grande de segunda classe que come pão sírio.
Um santo de segundo grau é a mesma coisa que um da segunda classe que come pão sírio. O nome é que é diferente. Aliás, o nome da postagem me redime: ando meio desligado.
Mas o erro é meu, apesar de eu não querer admitir.