Como fiquei sem conseguir escrever sobre a Grande Peregrinação Discordiana nos outros dias da viagem, vou escrever agora:

Sexagésimo quinto dia da Burocracia de 3174 YOLD

Saímos lá pelas oito horas de Castro, Paraná, seguindo em direção a Curitiba. Interessante notar que, passando pelo distrito industrial de Curitiba, eu consegui acumular energias “almeidanas”. Pegamos, então, a direção para a famigerada BR-101, que é muito de boa, mas antes passamos pelo KM 666 da BR-376 (acho que era essa).

Lá pelas quatro horas da tarde chegamos em São José, cidade do rev. Peterson, e o Destino Principal da viagem. Fuçamos até acharmos o apartamento dele, depois fomos para a parte continental de Florianópolis, onde escolhemos um hotel bem próximo da casa do rev. Peterson.

À noite deu-se o Grande Desaniversário do Reverendo Peterson, onde conheci pesos pesados do cenário discordiano e caoísta do país; creio que um atrator estranho foi formado ali. De qualquer forma, muitas idéias sugiram, e algumas já foram postas em prática. Posso dizer que os discordianos ali presentes – Schneider, Kathy, o próprio Peterson, Tiago e Carol (avatar de Éris) são fantásticos; A Deusa foi louvada como nunca nesse Grande Desaniversario. Tanto que, pelo jeito, convidarei esses discordianos e os outros que não puderam ir até lá para vir aqui em minha cabala, em São Carlos, comemorar meu desaniversário.

Sexagésimo sexto dia da Burocracia de 3174 YOLD

Foi um dia que fiquei em Floripa; o irmão do rev. Peterson mostrou a ilha pra gente, e nos levou num restaurante à beira-mar fantástico; depois, passeamos mais um pouco por lá, e fomos a um shopping – nota: a pedido de minha mãe. Eu não gosto de shoppings, mas foi proveitoso, já que comprei um livro novo! – onde eu e Peterson espalhamos fnords, literal e figurativamente, e discutimos váárias idéias que foram surgindo na livraria.

Sexagésimo sétimo dia da Burocracia de 3174 YOLD

Infelizmente, o dia que tive de ir embora de Floripa. A partir de aqui, o conteúdo da viagem não é importante, a não ser o fato de eu ter passado, novamente, pelo KM 666. Quando eu voltar para lá, vou tirar uma foto ao lado da placa. Isso porque não gosto de fotos!

Enfim, infelizmente acabou essa Primeira Grande Peregrinação Discordiana, mas posso garantir que mais outras muitas surgirão! ;)

Que Éris vos desguie!