ao som do ruído dos pensamentos da minha mente

Faz uns dez minutos que eu criei o maior e o menor poema do mundo, ou talvez eu o tenha recebido de Éris por intermédio da minha glândula pineal. E eu queria compartilhar ele com os leitores do blog. O poema ainda não tem título, e se vocês tiverem alguma sugestão ficarei feliz em me apropriar dela. Antes de apresentar meu poema, queria registrar que qualquer hora dessas escrevo uma postagem um pouco maior que as de ultimamente, ok?

Bom, eis o poema:

uni(co)verso

Simples e maravilhoso. Eu acho. Ia oferecer ele em memória de Arthur Rimbaud, mas não vou ser tão pretensioso ao invocar o poeta. Mesmo assim, fiquem com uma foto do garoto como tributo.

Arthur Rimbaud